Pastel de Nata da Leonilde
Massa folhada estaladiça, creme aveludado de gema e canela, caramelizado por cima até ganhar aquele ponto dourado que cheira a manhã de Coimbra.
Quatro receitas que nunca saíram do caderno da Leonilde — desde o primeiro pastel da manhã ao último café da tarde.
Massa folhada estaladiça, creme aveludado de gema e canela, caramelizado por cima até ganhar aquele ponto dourado que cheira a manhã de Coimbra.
Fofo, húmido, com a casca fininha polvilhada de açúcar. Acompanha bem um café curto ou um chá de cidreira.
Cozido em forno de lenha, com côdea grossa e miolo amarelado. Quentinho, ainda a cheirar a fumo.
Curta, escura, com creme denso. Servida em chávena de porcelana, sempre com um dedinho de açúcar à beira do pires.
Não se faz pastel de nata a correr. Tem de se ouvir o forno, tem de se cheirar a canela, tem de se ter tempo — e o tempo é a única coisa que nunca nos faltou aqui. — Leonilde, fundadora
Era uma vez uma senhora chamada Leonilde que, em 1962, abriu uma porta pequena na Rua Ferreira Borges com uma única promessa: pastéis de nata como os da avó. Hoje, três gerações depois, continuamos a cumprir a mesma promessa — à mesma hora, com a mesma paciência.
Apareça quando lhe apetecer — a Leon está na mesma esquina de Coimbra há mais de sessenta anos, e o forno nunca se atrasa.
Rua Ferreira Borges, 14
3000-180 Coimbra
ao pé da Praça do Comércio
Terça a Domingo
07h00 — 20h00
segunda: dia de descanso
ola@leonpastelaria.com reservas para grupos até 12
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